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:. Quando: Todo domingo, o dia inteiro
:. Local: Metrô Armênia.



QUECHUA
   

O QUECHUA MINISTRADO NA SALA SEQUOIA É O QUECHUA DE CUZCO E PUNO, DA REGIÃO SUL DO PERU

TIPOS DE QUECHUA E DISTRIBUIÇAO GEOGRÁFICA:

O quechua pode dividir-se em três tipos ou grupos: 1) Quechua Central, também chamado Quechua I; 2) Quechua Norte, onde se encontra o Quechua II A e o Quechua II B, 3) Quechua Sureño (do Sul), também chamado Quechua II C. Veja aqui neste mapa, os dialetos do quechua do norte, que estão em tons vemelhos e alaranjados. Os dialetos do quechua central estão em verde, e os dialetos do sul em cinza.

O grupo Quechua II C (Quechua Sul) é o mais homogêneo, com subdialetos mutuamente compreensíveis desde Ayacucho (Peru) até Chile. Isso se deve ao fato que a língua Quechua se expandiu rápidamente com o Império Inca pouco antes da chegada dos espanhóis, e até depois da sua chegada. O Quechua arcaico, escrito nos séculos XVI e XVII, pertence a este grupo porque era a língua falada em Cuzco, antiga capital inca,

PROFESSOR DO CURSO:

As aulas são ministradas pelo Sr. Vicente Mamani. Ele é natural de Puno, no Sul de Peru, na região do Lago Titicaca. O Sr Vicente, que acaba de chegar ao Brasil, é também professor de educacão física.

MATERIAL USADO NO CURSO:

O curso de Quechua 1 da Sala Sequoia está baseado no material desenvolvido pela Pontificia Universidad Católica de Lima (PUC-Lima) disponível na internet.

Este curso inclui gravações de àudio e até videos, tudo com transcrições, glossários e explicações gramaticais. Todo este material, junto com as práticas comunicativas nas aulas, permitem ao aluno ter um aprendizado rápido doas diálogos e das falas do dia a dia.

Além das apostilas do curso da PUC-Lima, o aluno recebe um CD com dicionário, gramática e glossários comparativos de diferentes dialetos do Quechua.

Para conhecer o curso, acesse aqui.


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INFORMAÇÕES E INSCRIÇÕES
salasequoia@gmail.com




Quem era Sequoia


   As árvores mais altas do mundo, as sequoias, receberam o nome em homenagem a um homem mestiço que viveu entre 1770 e 1843 nos estados de Tenessee e Georgia, nos Estados Unidos. Era filho de um caçador de peles inglês e de uma mulher Cherokee, e foi educado na tradição e língua Cherokee.

   De adulto teve um acidente e seu pé ficou lesado, e por isso foi apelidado Sequoia (Sequoyah, Sikwayi), que significa pé de porco em Tsalagi (língua Cherokee). Por causa da lesão, abandonou a caça de peles e se dedicou à ourivesaria.

   Sequoia era analfabeto, mas era fascinado pelas “folhas falantes” dos brancos. Ele pensava que se seu povo tivesse um sistema de escrita, poderia difundir sua língua e preservar sua cultura. Após 12 anos de reclusão e de ser alvo de muitas risadas, em 1821 conseguiu desenvolver um silabário para representar todos os sons da língua Cherokee.

   Nesse silabário publicou o primeiro jornal indígena, o Tsa la gi Tsu lehishanunhi, e muitos livros. Até hoje os Cherokee preservam identidade e força política graças ao trabalho de Sequoia.

   Dedicado à união dos povos indígenas e a valorização das suas línguas, já idoso partiu para o México em busca da “língua mãe” dos índios. Durante a viagem ficou doente e, seguindo a sua tradição cultural e espiritual, se retirou a algum lugar escondido para falecer.


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